Era uma vez, três escritores-personagens que eram a mesma pessoa.
A trilogia traz à prosa romântica uma sociedade fictícia funcional, formada pelos D. CLOPS, espécie própria com habilidades, fraquezas e talentos. São romances monologais que trazem realidades coletivas a partir de digressões psicológicas individuais, ou seja, análises indiretas das cabeças dos personagens.
O primeiro livro se trata sobre a geração mais recente do corpo social, servindo como um livro introdutório, em que os personagens debatem pra chegar no cerne da verdade sobre esse mundo.
O segundo fala sobre a primeira geração, praticamente uma prequel porque conta a história anteior aos acontecimentos do primeiro. segue um estilo de literatura policial, com detetives e casos criminais.
Nos dois primeiros livros essa espécie descobriu que estava presa num mundo digital, como se fosse um matrix e eles conseguiram fugir no primeiro livro.
Por fim, o terceiro traz a visão dos personagens nesse mundo exterior, o mundo além da simulação, um planeta quebrado que tentou reerguer a sua sociedade simulando mundos virtuais, além de ter pequenos detalhes intrínsecos na escrita, como análises psicológicas e sociais e um formato de dossiê.
Até utopias podem ser quebradas, pois podem ser meras ilusões. É isso que a Trilogia D. CLOP aborda; precisamos mesmo é de um mundo mais gentil.
wip